Dez programas para ‘turbinar’ o novo iPhone

Agosto 31st, 2008

Com a chegada oficial do iPhone 3G ao Brasil se aproximando, vale a pena já se preparar e estudar quais são os usos possíveis para o aparelho telefônico da Apple.

O G1 selecionou dez programas considerados imperdíveis por usuários americanos - a maioria grátis, o que é ainda melhor. Alguns já estão disponíveis para download no Brasil, e outros devem ser liberados em breve. Para baixar os programas, basta buscá-los na App Store. É necessário ter o software iTunes instalado em seu computador.

Confira as sugestões do G1:

‘Como chama aquela música mesmo?’

Midomi - Grátis
É uma situação comum: você se lembra de um trecho de uma música, mas não lembra a letra e não sabe nem o nome da canção e muito menos quem é o artista que está cantando. Pegue seu iPhone, ligue o Midomi e assovie ou cante parte da música. O programa se conecta ao site midomi.com, e compara sua gravação com centenas de arquivos, encontrando o nome da música.

Mensagens instantâneas em qualquer plataforma
Fring - Grátis

Acesse os principais serviços de mensagem em apenas um programa: basta instalar o Fring. Com ele, você pode usar seu iPhone e conversar com amigos no MSN, ICQ, Google Talk, Twitter, AIM e Yahoo Messenger. Também é possível utilizar o serviço de telefonia via IP Skype.

Mocha VNC Lite - Grátis
O programa é indicado para quem quer ter acesso ao computador de qualquer lugar. Com o Mocha VNC instalado, você pode controlar seu PC (ou seu Mac) remotamente, inclusive o mouse e o teclado. A configuração é um pouco complicada, mas depois de instalado, o uso é simples. É possível acessar o computador por rede local (via Wi-Fi) ou pela internet.

Encontre o restaurante mais próximo
Yelp - Grátis

Este aplicativo utiliza o sistema de GPS incluído no novo iPhone 3G para localizar as opções de restaurantes mais próximos do usuário. Por enquanto, o programa só encontra locais nos Estados Unidos. Mas os desenvolvedores do serviço prometem incluir novas localidades em breve.

Fique ligado nas últimas notícias
NetNewsWire - Grátis

Quem utiliza sistemas de RSS (também conhecidos como ‘feeds’) para receber as últimas notícias publicadas na rede vai gostar deste programa. Trata-se de um leitor de RSS simples, mas que pode, inclusive, ser integrado com o computador. Dá para receber até as últimas notícias do G1, gratuitamente.

Twitterific - Grátis

Quem já entrou na onda do Twitter pode, com o iPhone, ficar conectado 24h por dia ao serviço que mistura microblog e rede social. O Twitterific adapta o Twitter ao ambiente do iPhone. Há duas versões: uma gratuita, com anúncios, e outra paga, sem anúncios.

Transforme seu iPhone em um pendrive FileMagnet - US$ 5
Um bom programa, mas apenas para quem tem Macintosh. Com o FileMagnet, é possível transferir arquivos do Mac para o iPhone e vice-versa. Você pode carregar, com você, arquivos PDF, do Microsoft Office, imagens, vídeos e até mesmo pastas completas.

iPhone nas redes sociais
ShoZu - Grátis

Excelente para quem gosta de blogar ou publicar fotos em sites como o Flickr. O ShoZu liga seu telefone a diversas redes sociais, facilitando, por exemplo, a ação de tirar uma foto e mandar para os amigos no Facebook. Ele é compatível com diversos sites e sistemas de blogs, como Wordpress e Blogger.

Jott - Grátis
Aplicativo criado especificamente para os usuários de lingua inglesa, mas que também pode ser útil para nós, brasileiros. O Jott permite que o dono do iPhone grave um recado de até 15 segundos. Depois, ele transforma a gravação em texto. O reconhecimento de voz é calibrado para palavras em inglês, mas é possível usar o aplicativo apenas como um gravador de recados.

Levar ou não o guarda-chuva?
WeatherBug - Grátis

Saiba como está o tempo em mais de mil 45 localidades do mundo em tempo real. O WeatherBug se conecta à internet para apresentar imagens de radar e previsões detalhadas para os próximos 5 dias. Indispensável para quem viaja muito.

O que é Bluetooth

Abril 12th, 2008

Tecnologia nascida em 1994 na Suécia, o Bluetooth é um protocolo para troca de dados sem fio entre aparelhos eletrônicos.
Por seu baixo consumo de energia, é utilizado principalmente para conectar telefones celular a fones de ouvido e a outros aparelhos celulares.
Também é utilizado pelo videogames Nintendo Wii e Playstation 3, dotados de controles sem fio.
O Bluetooth também serve para redes sem fio de computadores, mas perde em popularidade para o Wi-Fi, que permite trocas mais velozes de dados.

Fonte: Portal G1 Tecnologia

O que é Avatar

Abril 12th, 2008

Termo que vêm do sânscrito, significa literalmente ‘encarnação’. Na internet, é utilizado para designar a representação gráfica que cada usuário cria para si mesmo em um fórum de discussão, em uma sala de chat, em um jogo ou em um mundo virtual como o Second Life.

Fonte: Portal G1 Tecnologia

O que é Web 2.0

Abril 12th, 2008

É o nome que se dá a padrões de tecnologia, design e usabilidade que dominaram boa parte dos serviços de internet no início do século XXI. O termo foi criado pelo empresário irlandês Tim O’Reilly para descrever sites que investiam em interatividade com o usuário como serviços de blogs, redes sociais, índices de navegação e indexação coletiva (tags), páginas de edição coletiva (wiki) e compartilhamento de conteúdo.

O termo Web 2.0 também é utilizado para classificar sites que seguem tendências de design mais ‘limpo’ e ‘leve’, utilizam tecnologias recentes como Ajax, CSS e XML, e adotam um ciclo de produto batizado de ‘beta perpétuo’, ou seja, estão sempre em fase de testes e introduzindo novas funções.

São considerados as grandes destaques da web 2.0 serviços como Wikipedia, Digg, YouTube, eBay, del.icio.us e Google Earth.

Fonte: Portal G1 Tecnologia

Scanner humano vai mapear medidas do corpo do brasileiro

Abril 2nd, 2008

De quantos biotipos é feito o povo brasileiro? É o que pretende descobrir uma equipe de 12 pesquisadores, formada por engenheiros têxteis, especialistas em modelagem, confecção, design, varejo, informática e estatística do Senai/Cetiqt, no Rio de Janeiro, com a ajuda de um scanner humano, o body scanner.

Importado dos Estados Unidos por US$ 120 mil, o aparelho é a mais nova sensação no mundo do design e da moda. Segundo Patricia Dinis, designer e consultora de modelagem, ele é usado com dois objetivos principais: “ler o maior número de corpos em menor tempo e estudar a variação de corpos e medidas”.

Para fazer um diagnóstico completo do corpo do brasileiro, a equipe pretende registrar as medidas de 10 mil voluntários de todas as regiões do Brasil. Fora do Brasil, grandes lojas de departamento como a Selfridges, em Londres, e as lojas da Levi’s já utilizam outras versões do scanner humano para saber com precisão qual a forma exata do corpo do cliente.

O aparelho é composto por uma cabine escura com jeito de provador de roupa e 32 sensores, 16 na frente e 16 atrás. Nossa cobaia foi a engenheira têxtil Ana Silvia Vielmo, que entrou sem pestanejar dentro do scanner. Na cabine, fechada por uma cortina, tirou a calça jeans e a camiseta, ficando apenas de calcinha e sutiã. Detalhe: a lingerie não pode ser preta porque os sensores não registram - mas são capazes de mapear a pele negra, pois esta reflete luz.
Acionado o aparelho, uma voz feminina em inglês, com direito a trilha sonora, instruiu Ana Silvia para posicionar os pés nos lugares marcados e esticar os braços sem tensionar demais o corpo, apoiando-os em suportes. Com a mão direita, ela acionou o botão, localizado num dos suportes, iniciando o processo. Em apenas 40 segundos, seu corpo apareceu mapeado em pontos coloridos na tela. A imagem em 3D é dada em preto e branco. A máquina capta mais de cem medidas do corpo humano.
Segundo Patricia Dinis, o aparelho é uma derivação do scanner e os primeiros leitores de corpo foram feitos para colocar as pessoas em ação nos filmes. Existe hoje um movimento mundial para se mapear as medidas do corpo humano pensando não só na moda mas na indústria automobilística, no mobiliário, numa sociedade onde o design de tudo o que nos cerca é cada vez mais pensado em termos de conforto e ergonomia.

Um exemplo disso foi a criação da World Engineering Anthropometric Research, da qual fazem parte várias instituições, entre elas, o Instituto Nacional de Tecnologia, do Ministério da Ciência e Tecnologia. Em 2003 os Estados Unidos concluíram uma pesquisa antropomética, a SizeUsa com resultados surpreendentes. De acordo com o estudo, a população norte-americana tem crescido em altura e em peso. Os americanos, ainda segundo o estudo, têm aumentado mais rápido em peso do que em altura. E mais, a conclusão da SizeUsa foi que a maior parte das roupas oferecidas ao consumidor não corresponde ao tamanhos mapeados pela pesquisa. Isso significa maior encalhe do produto.
À medida que as pesquisas avançam no mundo, uma infinidade de tamanhos e biotipos vai aparecendo. Na Alemanha, segundo Ariel Vicentini, chegaram a cinco biotipos masculinos e três femininos.
A equipe no Brasil, que vem trabalhando junta desde 2005, definiu primeiro parâmetros de medida corporal, ou seja os pontos anatômicos mais universais. Os voluntários foram medidos da forma tradicional com fita métrica e responderam a um questionário com perguntas sobre condições sócio-econômicas, práticas esportivas e hábitos de consumo.
Na segunda fase, a medição manual está sendo comparada com a do scanner humano. Nessa etapa, o Senai convocou os alunos para a experiência. A maioria topou, mas, em alguns casos, o espírito científico esbarrou na vaidade. Teve muita gente que adiou a entrada no body scanner explicando: “deixa eu emagrecer um pouco para entrar”. Com toda a razão, porque o aparelho é implacável. “No Brasil queremos mapear a regionalização da própria moda”, diz o coordenador de tecnologia do projeto. No país, segundo a equipe de pesquisa do Senai/Cetiqt, a maioria das marcas não segue a Norma NBR 13.377 (Medidas do Corpo Humano para Vestuário, Padrões Referenciais) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) pois a adesão é voluntária.
Essa padronização, entretanto, é fundamental para evitar prejuízos e principalmente permitir que o Brasil concorra em pé de igualdade no mercado global. Na falta de um padrão definido, muitas vezes, as grifes, segundo a equipe de pesquisa, usa uma modelagem maior para que o cliente sinta-se psicologicamente magro.

Autora: Heloísa Marra
Fonte: Portal G1

Brasil ganha centro de estudos em nanotecnologia

Março 9th, 2008

Inaugurado em 04 de março ,no campus do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas (SP), o Centro de Nanociência e Nanotecnologia Cesar Lattes.
Resultado da evolução de um programa de pesquisa em nanotecnologia iniciado em 1999 no LNLS, o novo centro reúne, em uma área construída de 2,2 mil metros quadrados, um conjunto de laboratórios dedicado ao estudo das propriedades de materiais em nível atômico e molecular.

Durante a solenidade de lançamento do Centro Cesar Lattes também foi anunciada a criação de outro instituto de pesquisa, o Centro de Tecnologia do Bioetanol, que será construído em terreno dentro do campus do LNLS, em Campinas.

A proposta de construção desse centro tem relação com os resultados do Projeto Etanol, conduzido pelo Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe) da Unicamp e coordenado pelo físico Rogério Cezar de Cerqueira Leite. O trabalho, concluído em 2007 sob encomenda do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), fez um panorama do futuro energético brasileiro, com indicadores sobre a importância dos biocombustíveis para a superação da dependência mundial dos combustíveis fósseis.

Fonte: Agência FAPESP

Apoio à TI - Chamada FAPESP-Ci&T/DA

Março 9th, 2008

A FAPESP e as empresas Ci&T Software e DigitalAssets assinaram acordo de cooperação para apoiar pesquisas científicas e tecnológicas nas áreas de tecnologia da informação (TI), engenharia de software, psicologia e administração de empresas.
Em evento realizado na sede da Fundação foi lançada chamada para apresentação de propostas pela comunidade científica paulista. O prazo para recebimento de propostas termina em 14 de abril.
O aporte total de R$ 3,6 milhões para o financiamento de projetos no âmbito do convênio – 50% investidos pela FAPESP e 50% divididos entre as duas empresas – será desembolsado ao longo dos cinco anos de vigência do acordo.

Para a avaliação das propostas será formado um Comitê Gestor de Cooperação, constituído por representantes das três entidades. Os projetos serão desenvolvidos por pesquisadores de instituições de ensino superior e pesquisa no Estado de São Paulo em cooperação com pesquisadores das empresas parceiras, nos termos do Programa de Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE) da FAPESP. Serão contempladas ainda pesquisas na área de engenharia de aplicações na Web 2.0, que compreende uma nova geração de serviços que propiciam colaboração on-line, compartilhamento de recursos e cooperação entre usuários.

Entre os temas de interesse do convênio, na área de TI, estão pesquisas que tratam das tecnologias, padrões e frameworks emergentes em Web 2.0; processos, métodos e diretrizes de adoção da abordagem SOA no mundo corporativo e acadêmico; reúso de software e gestão de grandes volumes de conteúdo em aplicações na Web 2.0, entre outros.

Na área de psicologia e administração os temas incluem mudanças de comportamento humano em corporações e a competitividade suportada por gestão diferenciada de relacionamentos corporativos.

De acordo com Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, TI é uma área que requer intensa atividade de pesquisa e desenvolvimento e um setor que abre amplas oportunidades para o desenvolvimento do Estado de São Paulo.

Fundada em 1995 e com atuação em diversos segmentos da indústria, a Ci&T Software é uma empresa especializada em software e tecnologia da informação. A empresa conta com uma estrutura global de prestação de serviços que inclui seis unidades no Brasil, uma subsidiária nos Estados Unidos e um escritório na Europa.

A DigitalAssets é especializada em soluções práticas para o reúso de software. Seu principal objetivo é o de auxiliar seus clientes a reduzir custo e aumentar a qualidade e agilidade no desenvolvimento de software. Para isso, a empresa atua provendo serviços profissionais, ferramentas e produtos customizados que impulsionam a criação, gestão e reúso de ativos digitais.

Mais informações: www.fapesp.br/convenios/cit-da

Analógica x Digital: compare

Março 2nd, 2008

O avanço que a adoção da transmissão digital traz à experiência de assistir a televisão é comparável à transição da imagem em preto-e-branco para a colorida e vai além: a TV digital possibilita diversificar a programação e oferecer ao usuário maior interatividade com os conteúdos.

No quesito imagem, a modulação e a compressão digital possibilitam o envio ao aparelho receptor, na casa do usuário, de imagens com maior resolução. Enquanto no sistema analógico a definição é de até 525 linhas na tela, no digital o alcance é de até 1.080 linhas visíveis na tela, para o padrão de alta definição (HDTV). Além disso, as emissoras podem optar por transmitir programações diferentes pelo mesmo canal, no formato padrão (SDTV) utilizando a taxa de transporte de 19,4 Mbits por segundo.
“Isto significa que a emissora poderia enviar ao usuário, simultaneamente, uma novela, um jogo de futebol e um programa educativo, por exemplo. Ou mandar três opções de ângulos de câmera para uma mesma partida esportiva ou filme”, explica Lauro Ferreira, gerente de negócios da FITec.
O formato da imagem, que no sistema analógico era vertical (4:3), fica mais horizontal (16:9), assemelhando-se à imagem do cinema.

Em relação ao som, o ganho também é notável. Enquanto no sistema analógico as opções se limitam a Mono (um canal) ou Estéreo (dois canais), com a transmissão digital á possível ter acesso a uma experiência similar à proporcionada pelos sistemas de home theater mais avançados, com seis canais diferentes de saída.

Cidade sueca será primeira a adotar rede sem fio no padrão 802.11n

Março 2nd, 2008

Mesmo ainda não sendo um padrão oficial, o 802.11n já está começando a decolar. A cidade sueca de Lund decidiu construir pontos de acesso a rede sem fio utilizando a nova tecnologia.
Com 100 mil habitantes, Lund é o 12ª maior município da Suécia. A rede metropolitana vai estar disponível, durante o primeiro período de testes, em quatro praças da cidade.
A maior diferença entre o padrão 802.11n e os anteriores é o aumento da velocidade – mais de 100 Mbps (bits per second) de banda – que abre portas para aplicações como vídeo, voz sobre IP e IPTV.Os equipamentos para a construção da rede serão fornecidos pela Cisco.

Autor: Mikael Ricknäs, editor do IDG News Service, de Estocolmo

Experiências com serviços da Apple TV, Xbox 360, Vudu e TiVo.

Março 2nd, 2008

Há dez dias, a Netflix anunciou que iria abandonar o HD-DVD da Toshiba na Guerra do formato de DVD de alta definição. Seis dias atrás, a rede Wal-Mart abandonou o HD-DVD também. E há dois dias, a Toshiba se rendeu, extinguindo a mais inútil guerra por um formato desde o Betamax x VHS.
Por que tantas empresas abandonaram o HD-DVD tão rápido? De forma intrigante, um motivo citado com freqüência é a aproximação da era de downloads de filmes via internet. A lógica é a seguinte: enquanto houver uma disputa por formato, os consumidores não comprarão aparelhos de DVD de nenhum dos dois tipos. Ao se fixar em um único formato – não importa qual – as indústrias de filmes e eletrônicos podem ao menos começar a faturar com os anos de vida que ainda restam ao DVD.
Na realidade, a era de downloads de filmes está mais distante do que os comentaristas pensam, por quatro enormes razões.

Obstáculos ao download - Primeiro: o download de filmes exige conexões de internet de alta velocidade – e apenas cerca de metade das residências dos EUA têm esse tipo de conexão, número que deve permanecer inalterado por muitos anos. No Brasil, segundo pesquisa da IDC, 3,8% da população tem acesso à internet rápida. Em segundo lugar, filmes baixados não incluem comentários do diretor, cenas deletadas, finais alternativos, áudio em outros idiomas e outros benefícios do DVD. Ou seja, não são uma experiência tão interessante. Em terceiro lugar, downloads não propiciam a mesma qualidade de áudio e vídeo que os discos de DVD – mesmo os de definição standard. Filmes na internet têm de ser comprimidos para que o download seja mais rápido, o que afeta a qualidade da imagem e oferece trilhas sonoras mais comprimidas do que os modernos DVDs. (Veja as impressionantes fotos de comparação de qualidade no link http://tinyurl.com/3e488m para mais detalhes).
Por último, os atuais serviços de download de filmes têm a marca engordurada dos dedos dos executivos dos estúdios – e quando o assunto é a nova era de filmes digitais, essas pessoas não são, como dizer… muito conhecidas por sua visão.

Qual a lógica? - Não importa qual serviço de download de filme você escolha, você sempre se verá diante da mesma confusa e ridícula limitação de tempo para assistir. Você tem de começar a ver o filme que alugou dentro de 30 dias e, depois que começa, tem de terminar em 24 horas. Onde está a lógica? Eles já estão com seu dinheiro, por que eles deveriam se importar se você começa a assistir no 30º dia ou no 31º? E há o limite de 24 horas. Suponha que você, normalmente, não comece a ver um filme antes das 19:30, depois de ter jantado e feito a lição de casa. Se você não tiver tempo para terminar o filme de uma vez só, você não pode continuar às 19:30 na noite seguinte, já que o download terá se auto-destruído.
O que os estúdios perderiam ao oferecer um período de aluguel de 27 horas? Ou três dias, ou mesmo de uma semana? Nada. Na verdade, eles atrairiam milhões de novos consumidores. (Ou pelo menos, em vez de ser apagado, o filme poderia enviar uma mensagem dizendo: “Você gostaria de comprar um período de mais 24 horas por US$ 1 a mais?”).
E há o fato de que, para proteger sua principal fonte de lucros, a maioria dos estúdios não lança seus filmes na internet até que tenha se passado um mês de seu lançamento em DVD.
Apesar dessas limitações, muitas empresas estão investindo na fronteira do download digital. Algumas entregam os filmes direto na tela de seu computador, o que só terá apelo junto aos nerds, pois ninguém reúne a família em volta do velho Dell na noite de cinema.
Diversos aparelhos, porém, entregam filmes direto na sua TV, geralmente por US$ 3 a US$ 5 cada. Aqui vai um relatório sobre esses equipamentos e serviços, que não estão disponíveis oficialmente no Brasil. A escala vai de notas vai de A+ (melhor) para D- (pior).

Saiba mais:
http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/

Fonte: NYT - G1